sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Eu sou tão louca..
As vezes faço coisas antigas,
Depois debochadas,
Outras... românticas como nunca!
Fervorosas,
Fico louca!

Valderiza Pereira
Dizer de alguma forma que sou da terra
Que não fui feita por alienígenas
E sim pelas mãos divinas do tempo
O tempo que me faz chorar, repousar
E depois gritar!
O quanto eu fui esnobe com meu próximo
O quando eu deixei de sentir, por insegurança...



Valderiza Pereira
Bom, é conversar com amigos de outras vidas...
Que exigem de você o melhor, o pior, o tudo que pode fazer de você uma ervilha !
Trazem sensações de novas barreiras...
-" VOCÊ É CAPAZ, VOCÊ FOI O DEUS DO PECADO".
Não faz de você um santo, mais capaz de destruir teus próprios pecados humanos e deixar você livre, como o vento..



Valderiza Pereira

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Somos escravos de nossos próprios sentimentos! Um dia eles nascem, nos fazendo sentir como verdadeiros deuses.
Uma realidade cheia de ilusões! Caímos por terra, nos machucamos, mais ainda levantamos! Mostramos nossa força diante do tempo...
Mesmo com tantos pesos sentimentais ao nosso lado, não deixamos de caminhar. Somos obrigados a olhar o horizonte sem cor e sem riscos e imaginar algum vestígio de uma nova felicidade.
Mais o tempo, amigo cruel! Nos tira e nos dá. Ele, amigo de todas as horas, nos ensina aos poucos como nos prevenir sofrendo a amarga espada cruel da partida.
Assim nos reveste com a armadura da sabedoria como prêmio e nos faz de porto! 
Ele tira, mais espera que superemos todos os fardos da vida...
Assim perecemos diante do pó...Nos podamos anoa ano para poder descansar e nos oferecer a nobre terra.

Valderiza Pereira

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Eu lembro bem de como foi ser um ser humano,
Lembro dos desastres que tive que assistir 
Dos terraços soltos do chão
Das lágrimas que jorraram ano após ano...
Eu lembro de tudo!
Mais já não é hora pimentinha, não é hora!


Valderiza Pereira

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Não copiarei tuas injurias, de raiva. Não me jugues de puritana nem de medonha, pois das vezes que me vistes a solucionar teus malditos palavreados, me atiro mundo adentro. Esquece de meus vestidos, dos ditos. Aqueles que tanto apalpastes, me tira a prova de algum sentimento que nunca quis existir... A prova de que nunca me fiz sua, porém sua nunca agora.


Valderiza Pereira

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sou o que ainda não sei, mais descobrirei. Ainda que tenha que zarpar mares a dentro, encontrarei o que de mim restou! Nesse mundo de vazios céus, tudo pobre demais... Minha vida resgatarei como a um último suspiro, de terror , de clamor..


Valderiza Pereira.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Nada se predomina sobre visões socialísticas.
A razão de existir se dá ao movimento da liberdade, 
Da vontade de existir, de fazer com que isso pareça real.

Valderiza Pereira.