Eu canto para arrastar o mundo junto da minha cantoria barata e sem nexo. Canto rápido de toada, uma alavancada na cara daquela enjuada. Eu canto para comer, é quase no amanhecer, quando vejo o cabo da minha enxada descer. Valderiza Pereira.
Eu ficaria se não fosse breve, sustentaria se não fosse forte, ouviria se não fossem gritos. Valderiza Pereira.
Meu quadro amarelo, ao te ver chegar, redescobriu suas cores! Agora é livre colorida tinta, fresca, cheia doa pincéis, para moldar seu livre visual. E agradar a quem quiser. Valderiza Pereira.
Quando de amor... Vira maná! A comida divina, vinda do céu , só come os escolhidos no amor! Valderiza Pereira.
A vida é uma linha, as rejeições são os nós, e os espaços entre um e outro até chegar a um novo caminho corrente, esse é o amor. Valderiza Pereira.