Nessas palavras eu me interrogo e tento refletir.
Um agressor verbal me tira a alegria momentânea,
Mas não a alegria constante.
A vida nos prepara altos e baixos e temos que estar preparados para que nesses momentos não venhamos a cair.
Meus muros de proteção estão retos,
O agressor do mais baixo escalão,
Não têm casa
Não têm nome
No anonimato é onde se esconde.
Vêm me fazer criticas agressivas e construtivas.
Nesse chão, eu piso! E meu nome todo mundo já sabe!
Onde moro não é nenhuma novidade
E não me julgo o melhor na qualidade
Pois quem sou eu para me comparar
O melhor entre os poetas populares.
Valderiza Pereira.
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