sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sabes?

Será o meu zelo, o meu viver?

Viva! A vida corre e cresce.

A cada minuto, mais um segundo fundo infundo.

Bate! Bate! coração disgovernado sob uma insuficiência no olhar

Cego! Ólho, corpo e nada; nada... O ar, que falta me faz!

O ver, quem me dera renascer!

Um rosto, fugiu! correu! morreu!

Não sabes? Qual hora de partir? Se de dia, se de noite? Na chegada? Ou na saida?

Por onde terár-se ido a luz da minha vida.

Valderiza Pereira

Poema de bar

Só risos... a chegada na beira de um bar. É uma felicidade que completa, porém momentânea se arquiva. Têm sexta-feira de lobisomem e até a rapunzel vem a nós se juntar. Um brilho se espande e a cada segundo um novo assunto. É fogo debaixo de saia, é mente "arribada" que dispara É mesmo dentro de um bar que o povo avacalha.






Autores: valderiza Pereira, Edmilson Pontes, Wilma Phamella, Adriana (titi).

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Umidade

Apesar de tudo, ainda somos o "tudo".
A nossa frente, os quilômetros, a distância e os centímetros.
Aquela hora o desejo era Título
As amarras certas de momento e estado.
corpos suados, desejados, criminosamente sem escrúpulos.
Nas palavras ainda escondia o pudor
Nos gestos profundos. Olhos falavam mais e mais...
Um atributo ao vento que ao se deslanchar sobre os cabelos soltos
Respingados de toda umidade que havia
deslizava sobre peitos e bocas.
Roupas tão banais, jogadas ao chão, esperando horas amanhecidas.
Rasgava de tudo aquilo, a liberdade de ser só um.




Valderiza Pereira.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Me engana?

Limita-se a mim o meu diálogo
O cansaço já se esparrama entre pernas e braços
Um deleite de caridade, ou sobriedade
Não se armam diante desse pilastre.
Um silêncio mediônico me transbosda
Já não sei a que percorrer.
Será você? Sera você?
Será minha sombra que me engana e me engana?



Valderiza Pereira