sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sabes?

Será o meu zelo, o meu viver?

Viva! A vida corre e cresce.

A cada minuto, mais um segundo fundo infundo.

Bate! Bate! coração disgovernado sob uma insuficiência no olhar

Cego! Ólho, corpo e nada; nada... O ar, que falta me faz!

O ver, quem me dera renascer!

Um rosto, fugiu! correu! morreu!

Não sabes? Qual hora de partir? Se de dia, se de noite? Na chegada? Ou na saida?

Por onde terár-se ido a luz da minha vida.

Valderiza Pereira

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