quinta-feira, 27 de março de 2014
A agulha desce, a agulha sobe, costura a vida com a linha suada do esforço. Todo dia é sagrado, costura a vida, costura o vestido das meninas, concerta a meia furada do marido, indireita o pedaço de pano largado na cozinha. Costura agulha arrependida, fura o dedo, pinga vermelho no pano branco sujado de cêbo. Valderiza Pereira.
terça-feira, 25 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Não penso em sair e ficar olhando as moscas zoarem de minha cara! Pretendo voar sob as colunas da vida, provar do beijo sincero do amor, seguir a melodia da paixão e navegar nas alturas do meu querer. Quem sabe me perder, me dizer livre... e feita de açúcar, coberta na doçura de um amor capaz de acender essa tocha chamada vontade. Valderiza Pereira.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Me envolve a tua pele e me faz tua, só tua!
Nesse momento, o coração bate forte e faz-me lembrar de todas as juras que um dia sonhei em fazer ao lado de um ser amado, desejado dos pés a cabeça!
Hoje eu sinto uma coisa louca, me fazendo sentir algo realmente ardente.
Bate , bate, bate forte!
E nessa perca, me resta só provar do sabor perdido dos seus lábios
Valderiza Pereira.
Nesse momento, o coração bate forte e faz-me lembrar de todas as juras que um dia sonhei em fazer ao lado de um ser amado, desejado dos pés a cabeça!
Hoje eu sinto uma coisa louca, me fazendo sentir algo realmente ardente.
Bate , bate, bate forte!
E nessa perca, me resta só provar do sabor perdido dos seus lábios
Valderiza Pereira.
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