Grades que nos aprisionam, buscamos um lar, um par sem fim... Eis as grades a tua frente, se fechas os olhos, tens infinita liberdade, se abres, a verdade logo se esconde. Estais tú, a mercê disso que chamam de liberdade provisória? Não, não estais presa a essas malditas amarras construidoras de falsas fotografias, liberdades compradas, estamos aqui para defender nosso bem em comum, é como se fosse um BUM, uma algaria talvez da Roma antiga, ai ai... Sei que tu tens sorte de me escrever esse relato, por isso que eu não me mato, eu me trago, eu me limito e defino, nessas grades de temor essa história de horror.
Valderiza Pereira
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